Medicina regenerativa no rejuvenescimento:
o que ela propõe

A abordagem regenerativa parte de outra lógica. Em vez de repor volume ou relaxar a musculatura, ela estimula a própria pele a produzir colágeno e a reorganizar a matriz extracelular.

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A resposta é progressiva, ao longo de semanas a meses, porque depende da produção de colágeno pelo próprio organismo. O ritmo varia entre pacientes.

São abordagens com objetivos diferentes e frequentemente combinadas. A escolha depende da queixa, do grau de flacidez e da avaliação clínica individual.

O número varia conforme o recurso escolhido, o grau de flacidez e a resposta individual. O plano é montado em etapas, com reavaliação entre as sessões.

É a sigla de polidesoxirribonucleotídeo, uma cadeia de DNA fragmentado estudada por sua ação sobre o receptor de adenosina A2A, com efeitos descritos sobre angiogênese e reparo tecidual.

Não. Grau de flacidez, qualidade da pele, histórico de procedimentos e expectativa determinam a indicação. Há casos que pedem abordagem cirúrgica e situações em que aguardar é a conduta mais adequada.

Sobre a autora

Escrito por Dra. Ana Oliveira Camargo, médica dermatologista atuante em São Paulo, CRM-SP 202453.
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regeneração explicada

A diferença em relação à estética tradicional

Preenchedores e toxina botulínica atuam sobre o efeito visível, com resposta relativamente rápida e duração previsível. Estímulos regenerativos trabalham no tecido, e o resultado aparece de forma gradual, ao longo de semanas a meses. São abordagens complementares, não concorrentes.

Autora:

Dra. Ana Camargo

Registro:

CRM-SP 202453

Tema:

Medicina regenerativa

Leitura:

2 min

Bioestimuladores de colágeno

Substâncias como o ácido poli-L-lático e a hidroxiapatita de cálcio provocam uma resposta inflamatória controlada no local da aplicação e induzem neocolagênese. O ganho de firmeza é progressivo e depende do número de sessões, do intervalo entre elas e da resposta individual de cada pele.

Estímulo por energia

O laser fracionado de CO2 cria microcolunas de dano térmico controlado, e o processo de reparo remodela a derme. O ultrassom microfocado entrega energia em planos profundos e promove contração tecidual. Nos dois casos, os parâmetros precisam ser ajustados ao fototipo e à indicação, sob risco de hiperpigmentação pós-inflamatória.

PDRN e exossomos

O PDRN, sigla de polidesoxirribonucleotídeo, é uma cadeia de DNA fragmentado estudada por sua ação sobre o receptor de adenosina A2A, com efeitos descritos sobre angiogênese e reparo tecidual. Os exossomos são vesículas extracelulares que transportam sinalizadores entre células, e o campo segue em pesquisa ativa. Origem do produto, indicação e situação regulatória junto à Anvisa devem ser verificadas caso a caso.

Nem toda pele é candidata

Grau de flacidez, qualidade da pele, histórico de procedimentos e expectativa determinam a escolha. Alguns quadros respondem melhor à combinação de recursos ao longo de um plano em etapas, outros pedem abordagem cirúrgica, e há situações em que o melhor a fazer é aguardar. Só a avaliação presencial define a conduta, como descrito na página de medicina regenerativa.

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